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Nosso Cardapio Koffe Shopp


LA CAFFETTERIA

 

BAR

Caffè espresso
Caffè decaffeinato
Caffè d’orzo
Caffè americano
Caffè corretto
Caffè con gelato
Caffè con panna montata
Cappuccino
Cappuccino freddo frappè
Thè in teiera
Camomilla in teiera
Latte caldo o macchiato
Cioccolata
Cioccolata con panna
Cioccolata bianca
Cioccolata bianca con panna
China calda
Punch

CAFFÈ SPECIALI

Caffè in ghiaccio
Caffè shekerato
Caffè marocchino
Caffè con nutella
Caffè con miele

COFFEE & BAR

Ieri a Venezia
Crema cacao, mandarinetto, amaretto saronno, caffè, crema di latte

Caffè per una notte
Kahlua, crema whisky, caffè, crema di latte

Gaelic coffee
Drambuie, caffè, crema di latte

Caffè dell’Imperatore
Zabaione, caffè, crema di latte, noce moscata

Iris Coffee
Irish whisky, caffè, zucchero, crema di latte

Clementine
Caffè mandarinetto, rum, crema di latte

 ImagemN

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A ORIGEM…GELATO!!!


O sorvete é literalmente um negócio da China, pois foi lá que há três mil anos os chineses misturavam neve com suco de frutas, o que deu origem ao saboroso gelado Em 1.292 o italiano Marco Polo trouxe para Veneza as receitas que aprendera no extremo oriente, e a partir daí o sorvete se alastrou por toda a Europa, tornando o seu preparo uma verdadeira arte. Foi no ano de 1834 que ele chegou ao Brasil, em um navio norte-americano carregado com 217 toneladas de gelo, comprado por dois comerciantes do Rio de Janeiro, que iniciaram a fabricação de sucos e sorvetes. Num país tropical o sorvete ganhou charme, com a mistura de Frutas como a pitanga, coco e o abacaxi, jamais vistas em outros ligares. Consta que o Imperador Dom Pedro II não podia resistir ao sorvete de Pitanga nas tardes de verão com a Imperatriz, na sorveteria de Antônio Fracione.

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FATOS & NUTRIÇAO!!!


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Fatos e Nutrição

 

O que é Gelato?

 

Partindo da palavra “gelare,” significado “para congelar”, “gelato” é a palavra genérica italiano para “sorvete”.

 No entanto, verdadeiro gelato italiano tem um sabor muito mais rico e textura, e é realmente muito melhor para você do que tradicional sorvete americano.

 

 Como é gelato diferente de sorvete? 

 Há duas diferenças básicas que distinguem gelato italiano de sorvete americano – gordura e ar.

 Gelato é composto por 90% de leite, em oposição a sorvete americana, que contém uma mistura 50/50 de leite e creme. .

 

 O que define Gelato Rhodes além de  outras gelaterias? 

 Gelato Rhodes oferece aos nossos clientes com o melhor gelato italiano possível, confeccionados apenas com os ingredientes da mais alta qualidade.

 Além disso, também buscamos proporcionar algo mais – uma autêntica experiência italiana.

 No Gelato Rhodes, vemos nossos clientes como parte de nossa família e nos esforçamos para criar um relacionamento pessoal e verdadeiro com cada um deles.

 Gelato Rhodes oferece um belo lugar para relaxar, descontrair e desfrutar dos aspectos mais sutis da vida.

 Venha saborear o nosso gelato, e você vai ver que Gelato Rhodes está em uma classe por si só.

 

 Vocês oferecem algum gelatos sem lactose? 

 Além do nosso gelato, também oferecemos várias variedades deliciosas de sorbetto caseiro – uma saudável, livre de tratamento de leite congelado que não contém gordura ou colesterol.

 

 O que é Sorbetto? 

 Sorbetto é um deleite delicioso frozen que combina fruta, água e um toque de açúcar.

 

 O que é um Gelappe ®? 

 Sorbetto misturado com gelo ou misturado com leite gelado para fazer uma deliciosa frappe (shake).

 

 Vocês oferecem alguma sem glúten ou gelato sorbetto? 

 Com a exceção de Tiramisu e Oreo todo o nosso gelato outros e sabores Sorbetto são livres de glúten.

 

 Quantas vezes você fazer o seu Gelato e Sorbetto? 

Nós fazemos o nosso gelato e sorbetto fresco todos os dias com a mão, utilizando apenas os melhores ingredientes.

 

 Esta devoção a qualidade resulta em um delicioso sabor deleite-cheia que a família inteira pode apreciar.

 

Que tipos de ingredientes que você usa?

 

Nosso gelato é feito à moda italiana, a partir de receitas originais usando consagradas pelo tempo, as técnicas artesanais.

 

 Que sabores de Gelato e Sorbetto vocês oferecem? 

Gelato Rhodes oferece dezoito deliciosos sabores de sorvete e cinco deliciosos sabores de sorbetto para escolher.

 

Vocês oferecem amostras grátis? 

 Sem dúvida! Você é bem-vindo a um gosto de como muitos sabores do nosso gelato e sorbetto como você deseja!

 Com tantos sabores deliciosos para escolher, escolher um favorito pode ser difícil, por isso, não sinto que você precisa escolher apenas um.

Tente combinar duas, três, ou mais de seus sabores favoritos em conjunto para criar sua obra-prima pessoal próprio culinária!

 

 Posso ter mais de um sabor de um copo ou cone? 

Sim, vários sabores estão disponíveis em todos os tamanhos de nossos copos e cones

 

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Efeitos da fortificação com cálcio na estrutura e qualidade de sorvetes….


  1. O sorvete pode ser considerado como um sistema coloidal complexo constituído
    de bolhas de ar, cristais de gelo, glóbulos de gordura e uma fase não congelada. O
    tamanho médio das bolhas de ar e dos cristais de gelo é geralmente de 20 a 50 μm de
    diâmetro enquanto que os glóbulos de gordura variam de 0,1 a 1 μm. Na fase nãocongelada,
    são encontradas micelas de caseína suspensas em uma solução contendo
    açúcares, proteínas micelares e não micelares, carboidratos estabilizantes,
    emulsificantes e minerais.
    A desestabilização como, por exemplo, a coalescência excessiva dos glóbulos
    de gordura nos sistemas lácteos tais como sorvetes, pode ocasionar problemas
    estruturais e de qualidade como o crescimento indesejável dos cristais de gelo
    denominado de arenosidade. A coalescência em sorvetes possui valores ótimos e está
    diretamente relacionada aos ingredientes previamente adicionados.
    A adição de minerais e vitaminas nos alimentos é praticada pelas indústrias
    alimentícias no intuito de chamar a atenção do consumidor e, dessa forma, agregar valor
    aos produtos enriquecidos e/ou fortificados. O cálcio é um mineral indispensável à
    alimentação humana principalmente devido ao fato de que existe uma relação de sua
    baixa ingestão a doenças como osteoporose.
    A adição de cálcio no sorvete é interessante porque, além de aumentar o valor
    nutricional do produto, pode ser usado para chamar a atenção do consumidor,
    desmistificando a idéia de que o sorvete não passa de mais uma guloseima que deve ser
    consumida apenas em dias quentes. Entretanto, estudos devem ser conduzidos no intuito
    de se conhecer os possíveis mecanismos e interações existentes entre os componentes
    presentes nos sistemas e as novas substâncias adicionadas, com a finalidade de se
    avaliar a possibilidade ou não de adição.
    1 Químico pela Universidade Federal de Juiz de Fora, Mestre e Doutor em Ciências dos Alimentos pela
    Universidade Federal de Lavras. Durante o Doutorado conduziu os experimentos de tese na Universidade
    de Guelph, Ontário, Canadá sob a supervisão do Dr. Douglas H. Goff. Atualmente está trabalhando em
    projetos de pesquisa (Pós-Doutorado) na Embrapa Gado de Leite em Juiz de Fora/MG – Brasil. Contato:
    fabianofreirecosta@gmail.com; (32) 8405 9750; (32) 3311 7533.
    Cálcio
    O cálcio é um mineral essencial ao organismo humano. Além de ser responsável
    pelo crescimento ósseo, o cálcio também age como regulador do metabolismo celular. A
    quantidade ideal de cálcio a ser ingerida por dia está entre 1000 a 1300 mg e este valor
    depende da idade e do sexo do indivíduo. A maioria destes grupos de indivíduos não
    encontra essa quantidade ideal de cálcio a ser consumida diariamente, especialmente, se
    neste grupo estiverem incluídas mulheres jovens as quais devem ter seu organismo
    abastecido de cálcio para compensar perdas durante gravidez e velhice (United States
    Departament of Agriculture, 2005).
    No leite, a quantidade de cálcio é de aproximadamente 1200 mgL1-,
    constituindo-se de uma boa fonte de cálcio que, no leite também é altamente
    biodisponível (~ 30%) em comparação às plantas ricas com este mineral as quais
    possuem fitatos que são capazes de complexar com o cálcio, diminuindo
    consideravelmente sua biodisponibilidade ao organismo de acordo com Weaver &
    Heaney, 2006. Um estudo recente mostrou que a biodisponibilidade do cálcio no leite
    também é dependente da quantidade de gordura presente no meio. Em níveis elevados,
    as gorduras podem insolubilizar íons cálcio e também diminuir sua biodisponibilidade.
    A conecção natural que as pessoas fazem com o cálcio encontrado nos produtos
    lácteos faz dele um chamativo para a indústria alimentícia e, principalmente, da
    interrelação existente graças à grande quantidade de propagandas, reforçando que a sua
    falta na alimentação ocasiona doenças como osteoporose. Esses fatores, associados à
    consciência atual do ser humano que deve consumir alimento saudável cujo resultado
    traz benefício à saúde, têm feito as indústrias alimentícias pensarem em desenvolver
    produtos fortificados e/ou enriquecidos com esse mineral. Diversos alimentos
    enriquecidos e/ou fortificados já podem ser encontrados nas gôndolas dos
    supermercados. A estabilidade e a qualidade desse alimento bem como a sua
    biodisponibilidade, entretanto, é bastante questionável pela comunidade científica. De
    acordo com levantamento bibliográfico feito por Weaver (1998), diversos trabalhos têm
    revelado que a adição de cálcio em forma iônica é extremamente danosa à estrutura e
    qualidade dos alimentos, e sua biodisponibilidade ao organismo ainda não é conhecida.
    Diferentes tipos de sais de cálcio solúveis ou insolúveis podem ser encontrados
    no mercado para fortificação, e as vantagens e desvantagens desses sais são discutidas
    por Augustin & Willians (2002). Sais insolúveis precisam ser suspensos em solução de
    modo a não afetar a textura dos produtos com eles adicionados. Geralmente, a adição de
    sais solúveis no leite ocasiona um aumento do cálcio na fase coloidal, aumentando a
    agregação micelar, diminuindo o pH e a estabilidade térmica. Com a adição de cálcio,
    mudanças na força iônica e liberação de íons H+ também induzem à diminuição do pH.
    Carbonato de cálcio, cloreto de cálcio, fosfato de cálcio, fosfato tribásico de
    cálcio, citrato maleato de cálcio, lactato de cálcio, gluconato de cálcio, lactato gluconato
    de cálcio e o cálcio natural encontrado em leite, são as formas mais comuns
    comercializadas atualmente. Desses sais, apenas o cloreto de cálcio, gluconato de cálcio
    e o lactato de cálcio são os que apresentam os menores danos sensoriais em alimentos e
    também os mais ionizáveis. Entretanto existe uma controvérsia entre a
    biodisponibilidade de tais sais. De acordo com a revisão bibliográfica apresentado por
    Singh et al., (2007) alguns autores apresentaram estudos esclarecendo que sais
    inorgânicos são mais biodisponíveis que sais orgânicos ao passo que outros autores são
    contrários a isso, apresentando resultados opostos. O mesmo autor estudou a
    biodisponibilidade do cálcio originário dos sais de gluconato, lactato e cloreto e
    observou que existe uma diferença na biodisponibilidade quando adicionados ao leite e
    ministrados a camundongos. Foi observado neste estudo que os sais orgânicos
    apresentaram uma melhor absorção em relação ao inorgânico. Porém, o sal que
    apresentou melhor relação custo/benefício para a indústria fortificar ou suplementar o
    alimento foi o cloreto de cálcio.
    Sobre o cálcio no leite, aproximadamente 1/3 é solúvel e 2/3 estão associados às
    micelas de caseína, um ou outro como fosfato de cálcio coloidal (aproximadamente 1/2
    do cálcio total do leite) ou como íons cálcio ligados a resíduos de seril-fosfato
    (aproximadamente 1/6 do cálcio total). O cálcio micelar está diretamente ligado à
    estrutura e à estabilidade das micelas de caseína. Do cálcio solúvel, aproximadamente
    10% do cálcio total do leite são ionizados e a maioria ocorre como citrato de cálcio.
    Existem importantes equilíbrios entre cálcio iônico, solúvel e micelar. Esses equilíbrios
    entre os tipos de cálcio e outros minerais sob condições de pH ou força iônica podem
    mudar. A redistribuição desses sais também pode interferir na redistribuição das
    proteínas micelares e não-micelares presentes no leite.
    Efeitos da adição de cloreto de cálcio ao sorvete
    No estudo realizado por Costa et al, (2008) foi avaliado os efeitos da fortificação
    com cálcio pela adição de cloreto de cálcio nas propriedades físicas dos sorvetes
    adicionados ou não de k-carragena. Quatro misturas para sorvetes de composições
    convencionais, adicionados ou não de k-carragena (0 ou 0,025%) e cloreto de cálcio (0
    ou 40 mM de Ca2+), foram preparadas. Foi utilizado um calorímetro diferencial de
    varredura (MT-DSC) para investigar os efeitos da adição do cloreto de cálcio na
    temperatura de nucleação, entalpia de derretimento e na diminuição do ponto de
    congelamento. A composição protéica de soluções de leite reconstituído (15% m/m)
    adicionadas ou não de 40 mM de Ca2+ (cloreto de cálcio) no sobrenadante após a
    ultracentrifugação foi determinada. A distribuição e o tamanho das partículas de gordura
    foram determinados através da caracterização pela técnica de difração de luz. O
    tamanho dos cristais de gelo, antes e após o choque-térmico, foi determinado por
    microscópio fotônico acoplado ao cold stage. A microestrutura foi avaliada por
    microscopia eletrônica de varredura e de transmissão. Os resultados mostraram que a
    adição de cloreto de cálcio induz um aumento no tamanho dos cristais de gelo e também
    na coalescência das partículas de gordura, e estes valores foram ainda maiores para os
    sorvetes adicionados de κ-carragena. Esses resultados podem ser explicados pela
    interação dos íons Ca2+ e as micelas de caseína, fatores que não afetaram na diminuição
    do ponto de congelamento. Os íons cálcio induziram a uma compactação das micelas de
    caseína, diminuição da b-caseína na fase solúvel e alta desestabilização da gordura. Tais
    fatores causaram diminuição da estrutura macromolecular e do volume na fase não
    congelada, aumentando, dessa forma, os raios de recristalização do gelo (Costa et al,
    2008).
    Conclusão
    A fortificação de cálcio pela adição de cloreto de cálcio em formulações
    convencionais de sorvete, usando sólidos não gordurosos do leite, induz a impactos
    negativos nas propriedades físicas, estruturais e de qualidade dos sorvetes, cujos efeitos
    foram acentuados pela presença de k-carragena.
    As amostras adicionadas de cloreto de cálcio na presença de k-carragena
    apresentaram 81,2% das partículas de gordura com tamanho superior a 3μm de diâmetro
    caracterizando o sistema com alto índice de desestabilização. Este efeito resultou num
    crescimento excessivo dos cristais de gelo que após submissão ao choque de
    temperatura foi de 39,2%. Entretanto, nas amostras ausente de k-carragena o
    crescimento dos cristais de gelo foi de 21,5%, e para as amostras ausentes de cloreto de
    cálcio, a porcentagem de crescimento dos cristais de gelo foi em torno de 32%, não
    sendo observada variação estatisticamente significativa para os valores obtidos para a
    coalescência.
    As relações que existem entre os elementos estruturais nos sorvetes foram
    demonstradas aqui: mudanças na estrutura protéica pela redução da habilidade dos
    emulsificantes reduziram a estabilidade dos glóbulos de gordura (aumento da
    desestabilização da gordura) e, portanto, aumentou os raios de crescimento dos cristais
    de gelo.
  2. Considerações
  3. Para melhor eficiência, a fortificação de cloreto de cálcio em sorvetes requer
    modificações nas formulações. A seleção de sais para a fortificação é crítica. Caso sais
    de cálcio solúvel sejam usados, o cálcio iônico pode ser formado como foi observado
    neste trabalho. Modificações nas formulações sugeridas como, por exemplo, a inclusão
    de íons citrato, fosfato, EDTA ou outro agente seqüestrante poderiam modificar os raios
    de equilíbrio salino do cálcio micelar/não micelar, causando problemas parecidos.
    Modificações nos blends (estabilizantes ou emulsificantes) ou a incorporação de
    proteínas funcionais, que estabilizariam os glóbulos de gordura na mistura através de
    ótimos valores de coalescência devem ser realizadas. A adição de sais insolúveis de
    cálcio, desde que sua adição não interfira nas propriedades texturométricas e possuam
  4. uma boa biodisponibilidade seria alternativa.
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GELATO ARTEZANAL – SABORES,CORES & SENSACOES


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THE GELATAIO


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